quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Mentira: um vício


Uma pesquisa feita há oito anos, revelou que os seres humanos contam uma mentira a cada quinze segundos. (particularmente acho exagero)
Já nascemos ouvindo mentiras: Papai Noel, coelho da páscoa, fada dos dentes, o homem do saco preto, cegonha, entre outras.
Há quem precise mentir para ganhara a vida, um advogado, por exemplo, como também há quem viva uma mentira. Não dizer a verdade é humano, sendo feita algumas vezes para o bem de quem amamos ou para nosso bem. Mentir é preciso e nem sempre é errado, o que não é certo é cultivar uma vida de mentiras.
Um psicopata é um exímio mentiroso, existe outra doença envolvendo a ‘falta de legitimidade’: o mentiroso compulsivo. As pessoas que sofrem dessa doença simplesmente mentem a respeito de tudo, todas as vezes que há a possibilidade de faltar com a verdade o mentiroso compulsivo ataca, mentem o que precisam e principalmente o que não precisam.
Não podemos nunca acreditar em um apalavra que saia da boca de um mentiroso compulsivo, pois até para falar a verdade ele mente. Uma necessidade sem fundamento de ser falso 24hs por dia, ele nunca está onde diz que está nunca esteve onde disse, e não conhece quem mencionou conhecer.
Conviver com alguém assim é muito doloroso, mexe com a sua confiança, palavra essa que é a causa de vários corações partidos e problemas familiares.
O mentiroso compulsivo sempre afirma que a mentira foi contada para o bem do ouvinte e que nunca mais vai acontecer, essa promessa é tão patética e hipócrita. ( na minha opinião qualquer promessa feita se trata de uma mentira)
A mentira machuca, existe uma frase clichê que se enquadra nesse contexto: “prefira a verdade por mais dolorosa que seja, dói de uma vez só”.
Contar uma mentira é fácil, sustentar uma mentira é trabalhoso. As pessoas que mentem, pensam que tornam a vida mais fácil e esse é um grande engano.
Aquilo que começa mal termina mal. A mentira também é considerada forma de traição e o individuo traído pode vir a desenvolver reações perigosas.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

A história se repete, sempre se repete

Com certeza você se identificará com um dos personagens que o texto a seguir apresentará ou provavelmente já viu de perto isso acontecer.


Em todas as turmas há os tipos: bonitões, nerds, excluídos, esportivos, patys, rockeiros, etc... Então a gordinha da sala se apaixona pelo bonitão popular, ela se aproxima dos amigos dele, é m longo e árduo caminho, até que por fim torna-se ‘amiga’ do objeto desejado. Ele é o Sol e também o ar que ela respira, sua vida só tem sentido porque ELE EXISTE, ela guarda a água dele, leva bala e afins só porque ele gosta, até comprou uma caixinha do grafite que ele usa o 0,7 para caso um dia fosse necessário, ela compra todos os dias um pacotinho de amendoim – mesmo sendo alérgica – mas ele ama essas bolinhas salgadas. Ela ri das piadas sem graça que ele conta. E quando ele sorri... Ah! Quando ele sorri, o mundo se enche de graça.
Ela está sempre apostos para ser útil em qualquer situação que ele precise, é por causa dele que ela acorda cedo e vai para a aula, quando ele falta tudo fica sem graça, é como um grande vazio que nunca seria preenchido, o dia se perde e as horas não passam.
Para ele, ela é uma boa companhia e no máximo uma boa amiga. Como todo bom homem, ele não percebe que ela suspira as inicias do nome dele e provavelmente na ultima folha do caderno o nome dela está escrito junto ao dele, seguido de um “para sempre” e do lado um coração. Ela pesquisou as bandas que ele gosta e os programas de TV, para que eles surpreendentemente tivessem ‘coisas em comum’ e esse fosse o motivo pelo qual os dois devessem procriar.
A gordinha acha que tem condições... Se ele não fosse o carinha mais cobiçado do Colégio... Quem sabe.
No auge dos devaneios que o sorriso  dele causou, entra ela: a bruxa, a vadia, a piranha, a ladra de namorados, e todos os adjetivos ruins que existem, ela rouba a atenção que o bonitão dava a gordinha quase que por dó, seus olhos murcham e passam pelo menos cinco maneiras criativas de matar a sua ‘concorrente’ pela cabeça, porem a melhor estratégia no momento é se enturmar na conversa.
Eis que o pior acontece, ele pede a ‘Maria qualquer uma’ em namoro, é hora de colocar em prática todas as teorias possíveis para separar o casal e de nada adianta, como ela poderia concorrer? A menina é bonita, interessante, tem um lindo corpo, é popular, todo mundo parece gostar dela.
Com mais garra ela foca no objetivo, tenta passar por cima de toda dor que esse ‘namorico sem fundamento’ causa, não deixa uma lágrima escorrer em publico, se consola dizendo a si mesma “É passageiro!”. Enquanto não passa, ela fica o ouvindo suspirar pela namoradinha e como foi legal à tarde que passaram juntos.
Cada vez que o casal feliz surge, ela ignora a presença feminina, olha para os lados e para baixo, deixando ás vezes se levar pelo rosto angelical do amado e deixa transparecer seu amor.
Mesmo com tudo indo contra seu amor, ela possui boa parte de sua atenção, conforma-se em ser apenas amiga, porque é melhor tê-lo em sua vida dessa forma do que não tê-lo de forma alguma, ainda há esperança de que um dia ele reconheça tudo que foi feito em prol dele e que a única pessoa no mundo capaz de amá-lo verdadeiramente é ela. Todos os dias ela deliria com a seguinte cena: ‘ele percebe que a ‘Maria qualquer coisa’ não é boa o suficiente para ele, lembra-se de quem esteve ao seu lado o tempo todo e vai correndo ao seu encontro, (em câmera lenta) ele a beija sem que nenhuma palavra seja dita’.
Enquanto isso não acontece, todas as vezes que a dor fica insuportável e a consome por dentro, ela corre para o banheiro, se tranca na ultima cabine e chora.
Ele nunca vai amá-la e por mais que ela saiba disso a esperança não a deixa, mesmo que cultivar essa dor signifique matá-la um pouco por dia.

                                                      

domingo, 17 de outubro de 2010

freasecopiada

"No fundo sou sozinha. Hã verdades que nem a Deus eu contei. E nem a mim mesma. Sou um segredo fechado a sete chaves..."

Traição.


O que seria de fato uma traição? Nos relacionamentos, o trair físico pode ser entendido de várias formas diferentes causando uma grande confusão.
Os pontos de vista são realmente diversos, há quem entenda traição apenas quando há relação sexual, há quem veja um beijo como traição assim como há quem pense que se o parceiro souber da existência de uma terceira pessoa deixa de ser traição.
As maneiras de trair outrem são vastas, novamente envolvendo modo de pensar, uma promessa não cumprida, um segredo revelado, um abraço mais demorado, um toque, um apelido mais intimo, a falta de uma atitude...
Segundo psicólogos, a pessoa traída se sente humilhada, sente uma dor terrível e inexplicável, passa a não acreditar no mundo, a não acreditar no próximo, sofre conseqüências psicológicas irreversíveis e quando a ferida pára de sangrar, permanece uma cicatriz feia, grande e dolorosa, que lembrará a pessoa traída todos os dias sobre o fato ocorrido.
Os motivos que levam uma pessoa a trair são os mais diversos possíveis: desejo sexual, questões culturais, carência, insatisfação em relação a desejos e expectativas com o (a) parceiro (a), vingança, a busca pelo novo, o estímulo provocado pela sensação de perigo, ou mesmo de poder. "A idéia de posse existe em quase todas as relações estáveis e as cobranças de fidelidade são normais e aceitas pela sociedade."
Trata-se sem duvida de um assunto muito delicado. Segundo a ciência a traição é: “Traição, como forma de decepção ou repúdio da prévia suposição, é o rompimento ou violação do contrato social (verdade ou da confiança) que produz conflitos morais e psicológicos entre os relacionamentos individuais, entre organizações ou entre indivíduos e organizações.”
Existem também as definições jurídicas, lei militar, psicológica e popular.
A traição homem mulher se faz tão grave quanto à traição de amigo. Todos os tipos de traição levam o ser ao ceticismo, a humilhação, a dor a repudia.

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

A crise dos 35.


E então você para. Olha todos ao seu redor, aparentemente felizes, João abriu uma farmácia, Catarina trabalha com estética, Pedro cuida dos negócios do pai, Joana se formou em fisioterapia e trabalha em uma franquia de barraquinhas de cachorro quente.
Reunimos-nos e de vez em quando relembramos a adolescência, João queria ser engenheiro, Catarina era linda, queria ser modelo, Pedro queria ser piloto de avião, Joana queria ser medica, eu queria ser cantor de rock. Comentamos esses sonhos e os tratamos como sonhos de crianças, deixamos escapar um riso bem humorado para disfarçar a frustração de sermos na verdade adultos fracassados. O que aconteceu com nossos planos? Por que nos conformamos tão rápido com o rumo que nossas vidas tomaram?
Temos 35 anos, idade mais critica do que a adolescência; será mesmo que somos tão maduros quanto pensamos ser? Em cinco anos completaremos 40... Malditos números! Lembro-me que quando éramos jovens achávamos que 40 anos era tempo de mais, nos imaginávamos de bengala com essa idade, e todos os quarentões eram caretas de mais para nos compreenderem.
Você olha para a sua vida e percebe que não ficou tão rico, nem tão bonito, não ficou famoso e não se casou por amor, casou-se apenas porque estava com tanta pressa que não deu tempo de colocar a camisinha, e só você sabe o que isso e custou/custa.
Somos nós os caretas agora e o “nunca” chegou mais rápido do que pensávamos, nós que agora ouvimos as músicas do “século passado” e também ouvimos “Credo pai! Isso foi há mil anos...”, somos nós a chacota dos jovens.
A vida é tão curta, demoramos cerca de 35 anos para percebermos isso. Já é tarde para correr atrás dos sonhos... Já é tarde.
A responsabilidade que nos é cobrada consome o pouco tempo que ainda temos, quando tomamos conta a vida passou, dinheiro, comida, problemas... A vida passou e qualquer sonho agora é perca de tempo.

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Rotina Urbana.


Era um dia como tantos. Cada qual concentrado em seu trabalho: pressa, estresse, a rua barulhenta, buzinas, freadas bruscas, vozes aleatórias, risadas...
A felicidade alheia é engraçada se observada de longe.
Foi quando aconteceu, não sei como, mas aconteceu. O tempo parou, as pessoas que corriam agora andavam sem pressa, era como assistir a cena de um filme em câmera lenta, os faróis dos carros, as luzes dos sinaleiros e os letreiros iluminado fundiram-se em uma única visão embaçada em preto e branco. Os barulhos misturaram-se, por mais intenso que havia sido segundos antes, agora se afastavam; sentia-me em uma redoma de vidro.
Senti lentamente, nas costas, uma perfuração, era gelado, os segundos passaram-se em horas. Encontrava-me sem ar e sem compreender a situação.
Pelas costas, escorria um liquido denso e quente, o quente contrastava com o gelo que me tomava a vida em segundos tão demorados. Caí de joelhos, olhei lentamente para baixo, tudo o que consegui ver foi sangue. Caída no chão, ainda vendo o mundo embaçado... Os carros continuavam a passar...

sábado, 9 de outubro de 2010

Desabafo de um vestibulando.


Nós sabíamos que não seria fácil, sabíamos que esse dia chegaria, parecia que não, que estava tão longe e não precisaríamos nos preocupar tão cedo, fomos dormir com 10 anos e acordamos no ano do vestibular, com responsabilidades que não estamos preparados para lidar, somos crianças posando de gente grande.
Vimos nossos irmãos, primos, amigos, vizinhos se descabelarem, chorarem e nos pedirem colo, por causa dos danos que o vestibular causou. Sofremos junto, vimos de perto a angustia, o medo, a insegurança... Desejávamos que nossa hora não se aproximasse.
Contra nossa vontade o tempo passou, o vestibular está aí, agora sentimos na nossa própria pele, quem agora não dorme somos nós_ atuais vestibulandos_ quando dormimos sonhamos com o Benedito, acordamos assustados de madrugada, pensando “E se...?”; os dias continuam passando e mais rápido do que gostaríamos.
O sonho está tão perto e tão longe... Ah! Se eu pudesse contar quantas vezes pensei em desistir. Família nessas horas não era para dar apoio?! E acabam sendo o maior motivo para que tenhamos vontade de “largar os bets”.
Todo vestibulando fica bipolar. Fato.
Dormimos, acordamos, jantamos e almoçamos VESTIBULAR, quando algum conhecido nos encontra nas poucas horas vagas que temos, o individuo quer conversar sobre o que?? VESTIBULAR! Não passa pela cabeça das pessoas que esse assunto nos arrepia da cabeça aos dedinhos dos pés?! Ás vezes, nós vestibulandos gostaríamos de esquecer por alguns minutos que sejam o tal cujo dito!
A primeira pergunta que nos fazem: “vai prestar pra que?”, até aí tudo bem, o problema é quando esse individuo começa “mas por que você não tenta isso ou aquilo?”, nossa resposta poderia ser: “porque desde criança eu tenho um sonho! E não é porque um Zé ninguém, sem importância alguma na minha vida vai dar um palpite que eu vou mudar meu sonho! Entendeu ou quer que eu desenhe?!”
LAMA! LAMA! LAMA!
E como diria Roberto Carlos: “ São tantas emoções...”

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Dias da semana


Digamos que 80% da população mundial têm sérios motivos para não gostarem da Segunda-feira. Nunca na história do planeta um diazinho foi tão odiado, praguejado, xingado...
Domingo ás 20horas o povo já começa a se despedir do fim de semana, toda a alegria e energia do curto período de tempo para descanso tem um pequeno prazo para ir embora, é culpa dela: A SEGUNDA-FEIRA! No Brasil, quando a abertura do Fantástico ameaça a tocar as visitas começam a se despedir, as crianças se aprontam para dormir e pensamos “O Domingo acabou...”; somos tomados por uma epidêmica depressão, que arrebata de Norte a Sul.
É na segunda-feira que as pessoas param de fumar, começam uma dieta, matriculam-se em academias ou cursos e aulas diversas... No fim do dia, estão todos muito entusiasmados com os novos hábitos adquiridos; hábitos esses que na terça-feira logo pela manhã são abandonados e esquecidos. É na terça-feira que o povo se conforma que a semana começou.
Quarta-feira... Esse é o dia da semana mais subjetivo, é o meio da semana, talvez seja por isso que haja promoções em quase todos os cinemas, e talvez seja por isso que os cursos (aqueles em que as pessoas se inscrevem na segunda-feira) ofereçam aulas segunda, quarta e sexta, e talvez seja por isso também que é dia de feira. Acredito que seja um bom dia para crises existências e deveria ser sempre nublado e chuvoso.
Quarta-feira é o dia em que a vida fica um pouco sem propósito. Se fosse para atacar e eliminar algum dia da semana que fosse esse.
A Quinta, é um bom dia, o esquenta do fim de semana, as pessoas começam a ficar de bom humor, há muito que fazer nesse dia; um happy hour depois do trabalho/colégio e afins é uma boa maneira de aproximar o fim de semana. O céu deveria sempre estar azul brigadeiro e sem nuvens.
Após uma longa espera, chega a SEXTA-FEIRA! Dia esse tão importante que até hino recebeu: “Hoje é sexta-feira, dia de cerveja...”; mais do que o esquenta, é praticamente o fim de semana. Casas noturnas, bares, cinemas... A programação é tão vasta que fica difícil decidir. FINALMENTE É SEXTA-FEIRA E NADA MAIS IMPORTA!
Sábado = ressaca! Um pouco menos importante que a tão gloriosa sexta-feira, porem sábado é sábado. Dá para ver o mundo girar, mas nada de ficar na cama, é um dia cheio: aniversário de criança ou idoso pela tarde, dia lindo lá fora, namorar, família, amigos, parques...
Quando a noite vai chegando é quase uma reprise de sexta: uma roupa bonita, bar, baladas, bebidas, mulheres/homens...
Domingo = RESSACA!
Dentre os canais “assistiveis” da TV aberta, todos apresentam as mesmas chatices domingueiras; ainda é possível de que os 80 canais da TV a cabo não apresente nada de interessante, na verdade, tanto faz mesmo, afinal a ressaca está braba. Um pouco mais de família, talvez amigos e namoricos, talvez beber, comer muito, banho e então soa a vinheta do Fantástico.

domingo, 3 de outubro de 2010

Humanos Torpes!

Cometer erros é humano, e que ninguém é perfeito já sabemos. Mas quão graves são/foram os erros alheios?
   Todos nós usamos máscaras para escondermos os erros, e o que seria um defeito para João não seria para Maria.
   Você já parou para pensar que aquele professor_ aparentemente descente e trabalhador_ pode maltratar o filho? Que o padeiro singelo e simpático pode bater em sua esposa? Que o senhor que se veste de Papai-Noel no fim do ano pode ser um pedófilo? Que o seu vizinho que faz caridade pode ser um assassino profissional?
   Até onde conseguimos maquiar os defeitos?
   Nunca saberemos quem é realmente a pessoa que está ao nosso lado.
   Atores de ótima formação, cenas muito bem ensaiadas, máscaras bem postas, maquiagem bem passada.
Quando bem entendo, e para conforto pessoal, gosto de crer que um dia a justiça será feita, o vento derrubará as mascaras, a chuva limpará a maquiagem, críticos bem treinados perceberão a falha de uma cena bem ensaiada e que será exigido diploma de formação.

A privação.

  Não prive as crianças dos erros, pois errando elas aprenderão. Não as prive de quebrarem louças, não as prive da “moda do momento”, não prive as crianças de serem crianças.
   E quando a hora chegar, não prive seu filho adolescente de ir ao boteco sujo com os amigos e tomar seu primeiro porre. Por mais que ele se torne alcoólatra e vá beber todos os dias no mesmo boteco, jamais seria como a primeira vez com a
 galera. Não prive os adolescentes dos perigos e encantos da noite, não os repreenda quando seus dias de rebeldia chegarem, instrua-os com amor e permita que seu filho cometa erros, não o prive das lembrança que o tempo não apagará; sexo drogas e Rock’n Roll fazem parte. Não prive um adolescente de ser adolescente. Esse será o tempo em que surgirão as estórias que serão contadas aos seus netos, é essa a juventude que se tem e que vai embora antes que possamos perceber.
   Não repreenda seu filho pelas roupas que ele escolheu, ao exigir perfeição, ele errará muitas vezes e o jeito com que você lidará com esses erros pode definir quem seu filho será.
Ele chegará em casa tarde e bêbado, não o prive disso. Ele passará por momentos difíceis, seja compreensivo; você não é feliz 24 horas por dia, não espere que ele seja.
   Talvez você ganhe um neto antes do esperado, talvez ele seja gay, talvez ele seja músico, dançarino ou ator.
   A maneira a qual seus pais agiram com você não é desculpa para o que você faz com seu filho.
   Deixe-o viajar, sonhar, criar, desejar, amar, errar, sofrer...
   Permita que ele seja ele mesmo! Não o prive do dia nem da noite, você o cria para a vida, e não para si.
   Não prive um adolescente da vida, que pode ser tão doce e tão amarga ao mesmo tempo.
   E lembre-se: você já fez tudo isso.